A GRANDE EMPRESA OLIGOPOLISTA E CRISE DA TEORIA DO DESENVOLVIMENTO LATINO-AMERICANO


Felipe de Lima Bandeira; Francisco Igo Leite Soares; Marco Aurélio Oliveira Santos; Ingrid Lorrane Miranda de Sousa.

Universidade Federal do Oeste do Pará, Pará, Brasil1,2,3,4

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RESUMO

Este trabalho visa compreender as dinâmicas capitalistas que emergiram no pós-guerra e a maneira como os oligopólios reconfiguraram as estruturas dos mercados latino-americanos. Pretende-se analisar os impactos desse processo particularmente no Brasil e os determinantes que produziram a crise da teoria do desenvolvimento latino-americano nos anos 1960. Durante os anos 1950 e 1960 a CEPAL foi quem hegemonizou o debate acerca do desenvolvimento latino-americano, identificando os problemas estruturais do capitalismo periférico impelido pelas forças centrípetas exercida pelo centro. A partir de meados dos anos 1960, com a progressiva penetração do capital internacional no setor manufatureiro, formou-se novos setores produtivos que constituíram dinâmicas econômicas e políticas muito particulares, fenômeno que confrontou as teorias econômicas pautadas no desenvolvimento nacional.

Palavras-chave: Oligopólios; Dependência Econômica; Teoria do Desenvolvimento, América Latina; CEPAL.

Artigo

 

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